Robson Braga de Andrade, o Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), é um proponente entusiasta da reforma tributária. Ele considera essa mudança como vital para impulsionar o crescimento da economia brasileira. Entretanto, existem três pontos que estão gerando preocupações.
“Estamos apreensivos em relação ao poder dos governos estaduais de estabelecer alíquotas e taxas para fins de fiscalização, sem a imposição de um limite máximo, um teto. Outra inquietação é relacionada às isenções. Embora algumas isenções possam ser justificadas, como aquelas voltadas para saúde e educação, é crucial estabelecer um limite. E também há a questão do imposto seletivo”, ele reconheceu.
Essas afirmações foram feitas na segunda-feira (21), durante o Seminário Reflexões sobre a Reforma Tributária, que teve lugar na sede da Fundação Getulio Vargas, localizada no Rio de Janeiro.
A reforma tributária propõe a substituição dos impostos federais PIS, Cofins e IPI, junto com o imposto estadual ICMS e o imposto municipal ISS, pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em nível subnacional, pela Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) em âmbito federal, e pelo Imposto Seletivo (IS).







