
O MPF defende que o acordo só pode ser oficializado com o seu aval, já que a CGU não tem acesso aos dados das investigações criminosas e entendimentos dessa natureza só podem ser fechados quando representam avanços para as apurações. De acordo com a Folha, as negociações com a holandesa foram paralisadas com o impasse.
Uma das maiores empresas do mundo em sua área, a SBM aluga plataformas para a Petrobras e já admitiu que pagou US$ 139 milhões em propinas no Brasil ao Ministério Público da Holanda. O acordo de leniência é considerado fundamental pela empresa para retomar suas operações no país e evitar o risco de quebrar, destaca a Folha. A SBM não é alvo da Operação Lava Jato.
POR, CONGRESSO EM FOCO







