Após a conclusão de que o potencial humano é incrível e quase ilimitado, necessitando apenas de gestão e treinamento, a adesão às técnicas e ferramentas “Coaching”’ tem sido uma verdadeira “febre” em todo o mundo e agora no Brasil.
Muito mais antiga do que se pode imaginar a expressão “coaching” (treinamento), no sentido que conhecemos hoje, ou seja, o de quem desempenha o papel de “carregar”, “conduzir” e “preparar” alguém para determinada função ou tarefa, começou a ser usada como gíria na Universidade de Oxford por volta de 1830, dos estudantes para com os professores (tutores). Porém, segundo pesquisas apenas em 1974 surgia a profissão de coach (treinador), o percussor o americano Timothy Gallwey, um ex tenista profissional, contestou o modo de treinamento dos atletas, identificando e indicando em um livro que escreveu nessa época, o motivo do declínio de vários esportistas. O que fez com que a priore, as técnicas e conceitos fossem muito difundidas e adotadas no “mundo acadêmico e corporativo”, de lá para cá, os conhecimentos a esse respeito foram ainda mais aprofundados e aprimorados. Passando a ser uma ferramenta comum no dia a dia de milhares de pessoas mundo à fora, invadiu quase todas, senão todas as esferas da sociedade.
Com isso, não só muitas pessoas puderam passar a contar com as técnicas e seus instrumentadores (os “coachs”) para alcançar seus sonhos e objetivos com mais organização e rapidez como também, uma enxurrada de pessoas passou a se descobrir como coach, os mais dedicados ao ramo, costumam iniciar suas careiras fazendo vários cursos de capacitação, alguns até mesmo no exterior para entenderem e apreenderem todas as técnicas, posteriormente aplicando-as nos diversas áreas possíveis dentro da profissão. Como é o caso do Master Coach Integral Sistêmico Ircley Oliveira, com o intuito de aumentar a produtividade tanto na vida pessoal, quanto profissional das pessoas, o treinador e palestrante que pode ser encontrado facilmente nas redes sociais, se lançou no mercado em 2014. Segundo Ircley: “Ser mais produtivo é diferente de fazer muitas coisas”. Daí foi, onde idealizou o programa de inteligência, para ajudar mais pessoas nessa jornada em busca de melhores resultados em suas vidas no âmbito pessoal e profissional.

De uma abrangência impressionante, diz-se que os campos de atuação para a profissão basicamente são divididos em, Personal Coaching (Coaching Pessoal), Life Coaching (Coaching de Vida) e Executive and Business Coaching (voltado à gestão e aptidões profissionais e empresariais). O que significa na verdade, que esse tipo de trabalho pode ser feito em todas as principais esferas da vida moderna. Juntamente com esse inovador oficio surgiram sofisticadas expressões que a cada dia invadem mais o vocabulário de todos a nossa volta. Algumas palavras e siglas como:
*CEO (Chief Executive Officer) – Diretor executivo em Português,
* Briefing – Que é o ato de dar informações e instruções objetivas sobre uma tarefa ou missão.
*Mentoring – “tutoria”, “mentoria”, “mentorado” ou “apadrinhamento”. O mentoring é uma ferramenta de desenvolvimento profissional e consiste em uma pessoa experiente ajudar outra menos experiente.
*Backgroud– experiência e conhecimento pessoal ou profissional.
*Benchmarking: comparação de produtos, serviços e práticas com os melhores do mercado.
*Brainstorming: termo em inglês, significa tempestade cerebral, uma oportunidade para expor ideias livremente, sem censura.
*Endomarketing: marketing interno que visa informar, motivar e conscientizar os funcionários.
*Expertise: sinônimo de especialidade. Também pode se referir ao conhecimento técnico de um profissional.
*Feedback: usada como sinônimo de “retorno”, é uma ferramenta de gestão por meio da qual se faz uma avaliação do desempenho de um profissional.
*Follow up: acompanhar uma discussão ou um debate, retomar temas em busca de uma solução. Também significa acompanhamento de projeto, negócio ou cliente, revisão de tarefas que ficaram pendentes. São as mais usadas ultimamente.
A “onda” coaching parece mesmo, ter vindo para ficar. No entanto, nem tudo são flores o alerta, como indicam alguns psicólogos fica por conta da “auto-gestão emocional” pois deve-se procurar um profissional de boa índole, realmente especializado em psique humana quando o assunto é influência e programação da mente e emoções, o coach deve ajudar no que tange a reprogramação das rotinas e hábitos afim de que seus clientes alcancem sucesso em seus objetivos. Pois, o mercado de trabalho no ramo de coach tem se mostrado aberto, de fácil acesso e muito rentável, por conta disso o risco da utilização dos meios de trabalho do coach com más intensões é enorme, como precaução é sempre recomendado a checagem dos referenciais, habilitação do profissional a ser contrato, e dos métodos empregados no processo, para que por exemplo, princípios e valores não sejam deturpados.
Por, Aline Diniz
Colunista/ Jornalista da Folha de Brasília.









