Ação coordenada desativa 277 dragas no rio Madeira e reforça combate à mineração ilegal
Autoridades brasileiras, com apoio da INTERPOL, realizaram uma das maiores operações ambientais dos últimos anos na Amazônia, desativando 277 dragas utilizadas em extração ilegal de ouro no rio Madeira. O valor total das estruturas destruídas é estimado em US$ 6,8 milhões, segundo informações da polícia federal e de órgãos ambientais.
A ação, que envolveu forças federais, estaduais e internacionais, representa um marco na governança ambiental e no enfrentamento ao garimpo clandestino. O objetivo, segundo nota oficial, é proteger ecossistemas e comunidades ribeirinhas afetadas pela contaminação de mercúrio e pela degradação de áreas de preservação. “A Amazônia não é território livre para crimes ambientais. Estamos defendendo o patrimônio natural do planeta”, afirmou um porta-voz da operação.
A iniciativa reforça a imagem do Brasil no cenário global como país comprometido com sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, num momento em que a agenda climática ganha centralidade nas relações internacionais. Além do impacto ambiental imediato, a operação fortalece políticas públicas de monitoramento e cooperação internacional na Amazônia.
Da Redação | Folha de Brasília
Foto: Interpol







