A CPI dos Atos Golpistas retomou seus trabalhos após um recesso e agora anseia ouvir o depoimento de Saulo Moura da Cunha, ex-diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Ele foi nomeado pelo presidente Lula e estava no comando da agência durante os atos antidemocráticos que assolaram o país.
A CPI busca desvendar a verdade por trás das ações dos órgãos públicos, incluindo a Abin, no compartilhamento de informações sobre esses atos golpistas ocorridos em Brasília, onde os manifestantes partiram do Quartel-General do Exército e causaram destruição às sedes do poder. Os parlamentares de oposição estão determinados a ouvir Saulo Moura da Cunha para descobrir se houve negligência por parte dos agentes públicos na preparação da segurança pública durante esse caos e se a falta de um diretor-geral na Abin na época afetou seu desempenho.
É fundamental enfatizar que Saulo Moura da Cunha deixou a Abin em março e, posteriormente, assumiu o posto de assessor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) até junho. Sua presença na CPI é resultado da luta incessante da oposição, que busca desvendar qualquer possível omissão por parte do Executivo durante os eventos turbulentos. A CPI tem sido palco de debates apaixonados entre os parlamentares que fazem oposição ao governo Lula, e todos anseiam que o depoimento de Saulo Moura da Cunha traga respostas emocionantes para o avanço das investigações e a busca pela verdade.







